Gillian Gibbons, professora primária britânica, permitiu que seus alunos chamassem um ursinho de pelúcia de “Muhammad” (Maomé). Um funcionário da escola, vendo o “absurdo” que estava ocorrendo na escola, fez uma denúncia ao Ministério da Educação. A professora foi presa, e milhares de sudaneses saíram às ruas com paus e facas pedindo sua execução, gritando “Tolerância zero: Execução” e “Levem-na ao paredão de fuzilamento”, por “ofender intencionalmente o Islã”. Gibbons teve que ser transferida para não ser linchada. Segundo um primata do movimento, “Esta é uma mulher arrogante, que veio ao nosso país com vistas em seu salário em dólares, para ensinar a nossas crianças o ódio pelo profeta Maomé”
Com uma história como essa, é difícil não generalizar. Pode ser que chegue alguém e diga que o verdadeiro Islã não é assim, que isso é extremismo e que tudo depende da interpretação do Alcorão. Ainda assim, é uma religião essencialmente violenta e opressora. Afinal, o que esperar de uma cujo nome significa “submissão”? Ou que condena à morte o uso do nome do profeta em um simples brinquedo, enquanto milhares de terroristas têm o mesmo nome?






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