Presentes de Natal para geeks

Presentes de Natal para geeks

Lendo o feed do Brogui encontrei este pendrive em formato de pasta, muito bem pensado. Passando pela loja do designer Art Lebedev – que me parece enviar encomendas para o mundo todo – achei vários outros produtos tão ou mais criativos quanto este. Como nerd que sou, selecionei os mais interessantes:

Sonicum – US$ 120.38
Sonicum
Caixas de som em formato de… caixas de som. Acompanha subwoofer, que é muito bonito também, com um design minimalista.
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Herói de guerra ganha cerveja grátis pelo resto da vida

Herói de guerra ganha cerveja grátis pelo resto da vida

O único detalhe: ele tem 109 anos. O pub The Rose & Crown agraciou o britânico Harry Patch, último sobrevivente da Primeira Guerra Mundial, com cerveja grátis até o fim da vida.

Espera aí, o cara nasceu no século XIX, participou das Primeira e Segunda Guerras Mundiais, escreveu um livro, ganhou 5 medalhas por bravura – uma delas, inclusive, a mais alta condecoração militar francesa, a Légion d’honneur – assistiu toda a Guerra Fria, e só agora lhe dão cerveja de graça? Torço para que ele viva mais uns 200 anos só pra falir esse bar.

Anúncio criativo da SOS Mata Atlântica

Anúncio criativo da SOS Mata Atlântica

Muito interessante o anúncio abaixo, criado pela agência F/Nazca para a SOS Mata Atlântica, e que participou do Cannes Lions 2007. Faz uma alusão ao Google Maps, onde sugere diminuir o zoom para ter uma melhor visão da floresta.

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Fonte: Osocio, Social Advertising and Non-profit Campaigns

Nunca chame um ursinho de Maomé

Nunca chame um ursinho de Maomé

Gillian Gibbons, professora primária britânica, permitiu que seus alunos chamassem um ursinho de pelúcia de “Muhammad” (Maomé). Um funcionário da escola, vendo o “absurdo” que estava ocorrendo na escola, fez uma denúncia ao Ministério da Educação. A professora foi presa, e milhares de sudaneses saíram às ruas com paus e facas pedindo sua execução, gritando “Tolerância zero: Execução” e “Levem-na ao paredão de fuzilamento”, por “ofender intencionalmente o Islã”. Gibbons teve que ser transferida para não ser linchada. Segundo um primata do movimento, “Esta é uma mulher arrogante, que veio ao nosso país com vistas em seu salário em dólares, para ensinar a nossas crianças o ódio pelo profeta Maomé”

Com uma história como essa, é difícil não generalizar. Pode ser que chegue alguém e diga que o verdadeiro Islã não é assim, que isso é extremismo e que tudo depende da interpretação do Alcorão. Ainda assim, é uma religião essencialmente violenta e opressora. Afinal, o que esperar de uma cujo nome significa “submissão”? Ou que condena à morte o uso do nome do profeta em um simples brinquedo, enquanto milhares de terroristas têm o mesmo nome?

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