Lendo o feed do Brogui encontrei este pendrive em formato de pasta, muito bem pensado. Passando pela loja do designer Art Lebedev – que me parece enviar encomendas para o mundo todo – achei vários outros produtos tão ou mais criativos quanto este. Como nerd que sou, selecionei os mais interessantes:
O único detalhe: ele tem 109 anos. O pub The Rose & Crown agraciou o britânico Harry Patch, último sobrevivente da Primeira Guerra Mundial, com cerveja grátis até o fim da vida.
Espera aí, o cara nasceu no século XIX, participou das Primeira e Segunda Guerras Mundiais, escreveu um livro, ganhou 5 medalhas por bravura – uma delas, inclusive, a mais alta condecoração militar francesa, a Légion d’honneur – assistiu toda a Guerra Fria, e só agora lhe dão cerveja de graça? Torço para que ele viva mais uns 200 anos só pra falir esse bar.
Muito interessante o anúncio abaixo, criado pela agência F/Nazca para a SOS Mata Atlântica, e que participou do Cannes Lions 2007. Faz uma alusão ao Google Maps, onde sugere diminuir o zoom para ter uma melhor visão da floresta.
Gillian Gibbons, professora primária britânica, permitiu que seus alunos chamassem um ursinho de pelúcia de “Muhammad” (Maomé). Um funcionário da escola, vendo o “absurdo” que estava ocorrendo na escola, fez uma denúncia ao Ministério da Educação. A professora foi presa, e milhares de sudaneses saíram às ruas com paus e facas pedindo sua execução, gritando “Tolerância zero: Execução” e “Levem-na ao paredão de fuzilamento”, por “ofender intencionalmente o Islã”. Gibbons teve que ser transferida para não ser linchada. Segundo um primata do movimento, “Esta é uma mulher arrogante, que veio ao nosso país com vistas em seu salário em dólares, para ensinar a nossas crianças o ódio pelo profeta Maomé”
Com uma história como essa, é difícil não generalizar. Pode ser que chegue alguém e diga que o verdadeiro Islã não é assim, que isso é extremismo e que tudo depende da interpretação do Alcorão. Ainda assim, é uma religião essencialmente violenta e opressora. Afinal, o que esperar de uma cujo nome significa “submissão”? Ou que condena à morte o uso do nome do profeta em um simples brinquedo, enquanto milhares de terroristas têm o mesmo nome?
Rafael Yuri Bardini, 18 anos, estudante de Ciências de Computação pela USP São Carlos.
Problogger Tecnófilo e ávido leitor de feeds, não vive sem Internet. Gosta também de jogar online e aprender sobre design, mas apenas quando ambos não entram em contradição com a primeira afirmação. Saiba mais...