Pois é, ultimamente não criei nenhum artigo aqui no blog, resultando numa grande queda nos acessos (ORLY?) e perda de metade dos meus leitores VIP. Mas tenho um bom motivo: passei na USP São Carlos no curso de Bacharelado em Ciências de Computação, e nesse meio tempo mudei de cidade, passei a morar sozinho e estudar como nunca, principalmente depois de receber a missão quase impossível de fazer um programa em Pascal que calcula o itinerário de um elevador. Parece moleza mas não é, principalmente por eu ter “pego o bonde andando” ao entrar na terceira chamada da Fuvest. Cálculo então, nem se fala…
O fato é que fiquei bastante tempo sem Internet aqui na caixa de fósforos kitnet — o modem da Telefônica ficou viajando pelos Correios durante semanas, pois sempre que o carteiro vinha entregá-lo eu não estava aqui. Agora que a situação está normalizada, justamente enquanto fazia o maldito trabalho citado anteriormente, recebi um e-mail me avisando sobre um pingback do Verdade Absoluta em um de meus artigos. Foi quando percebi que, apesar de tudo, ainda tem gente que visita essa joça, e eu deveria dar o mínimo de atenção. Além do mais, a mamata da hospedagem grátis já acabou há algum tempo, ou seja, tenho que fazer valer o dinheiro gasto.
Enfim, vou fazer o possível pra manter o blog atualizado, mas tentando manter a qualidade. Pelo menos assunto não vai faltar, afinal já teve até padre indo parar no Acre voando com balões de festa gigantes…
Algumas vezes a atuação de um ator ou atriz é tão convincente que fica difícil imaginar outra pessoa fazendo a mesma personagem. Um exemplo recente é Rambo. Gostando ou não do filme, desassociá-lo de Sylvester Stallone é missão impossível. Assim como também é Arnold Schwarzenegger em O Exterminador do Futuro. Antes das gravações, porém, muitos recusam tais papéis, para felicidade (ou não) dos cinéfilos:
Em Forrest Gump, por exemplo, o papel de… Forrest Gump (d’oh!) foi oferecido primeiramente a John Travolta. Isso mesmo, John Travolta. Dá pra imaginar Forrest Gump sem Tom Hanks? Falando nele, o mesmo deveria ter interpretado Andy Dufresne em Um Sonho de Liberdade. Não seria de todo mal, até porque T.HANKS é bom em qualquer filme.
E Mel Gibson então, era pra ser o General Maximus Decimus Meridius, em Gladiador. Apesar de achar que ele até se sairia bem no papel, como aconteceu em Coração Valente, sou mais Russell Crowe.
Já em Eu, Robô, Denzel Washington era o favorito para o papel que acabou com Will Smith. Will Smith esse que cedeu o personagem Neo para Leonardo DiCaprio, que por sua vez passou o bastão para Keanu Reeves, que mesmo sendo um picolé de chuchu, caiu como uma luva em Matrix.
Pra não ter só homem nessa lista (e justificar, pelo menos parcialmente, a foto do artigo), o cruzar de pernas de Julia Roberts poderia ter ficado no lugar do de Sharon Stone em Instinto Selvagem.
O artigo original (em inglês) cita mais alguns troca-trocas com Tom Cruise, Madonna, Alec Baldwin, entre outros.
Fiquei impressionado ao ver essa luta ocorrida no meio de uma partida da NHL, liga composta por times dos Estados Unidos e Canadá. Como você deve saber, brigas entre jogadores de hóquei sobre o gelo são comuns, apesar de serem contra as regras do esporte. A violência é tanta que não sei como o YouTube ainda não tirou o vídeo do ar:
Pior é o balé dos árbitros em torno dos brigões, como se quisessem ver o circo pegar fogo, até que resolveram aplicar o “deixa disso”.